terça-feira, janeiro 30, 2007

REFLITA...

Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida.

Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:
"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa.
Você está convidado para o velório na quadra de esportes".
No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa.
A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório.
Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:
- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso? - Ainda bem que esse infeliz morreu! Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros.
Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas.
Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.
A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?
No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo...
Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento:
VOCÊ MESMO!
Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida.
Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida.
Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo.

"SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA,
QUANDO SUA EMPRESA MUDA,
QUANDO SEUS PAIS MUDAM,
QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA.
SUA VIDA MUDA...
QUANDO VOCÊ MUDA!
VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA.

" O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda".

Luiz Fernando Veríssimo

PIADINHAS EHEHEHEH!!!!

LOIRA NO CASSINO.

Uma loira muito sensual entrou num cassino. Trocou dez mil dólares por fichas e dirigiu-se à mesa da roleta.
Lá chegando, anunciou que apostaria todo o seu dinheiro e que acertaria os números em um único lance. E, fitando os dois empregados responsáveis pela roleta acrescentou:
- Olha, espero que vocês não se importem, mas tenho mais sorte quando estou toda nua...
Dito isto, ela se despiu completamente, e depois colocou as fichas todas sobre a mesa. Inteiramente abestalhado, o "croupier" acionou a roleta.
Enquanto esta girava, a loira cantava:
- MÃEZINHA PRECISA DE ROUPAS NOVAS! MÃEZINHA PRECISA DE ROUPAS NOVAS!... Assim que a roleta parou, ela começou a dar grandes pulos e a gritar:
- GANHEI!!! GANHEI!!! QUE MARAVIIIIILHAAA!!! GANHEEEI!!!
Ela então abraçou e beijou cada um dos croupiers. Em seguida debruçou-se sobre a mesa e recolheu todo o dinheiro e as fichas.
Vestiu-se rapidamente e se mandou.
Os croupiers se entreolharam boquiabertos .
Finalmente, um deles,voltando a si, perguntou:
- Em que n úmero ela apostou, você viu?
E o outro:
Eu não.. Pensei que VOCÊ estivesse olhando...

Moral: Nem toda loira é burra, mas HOMEM É TUDO IGUAL!

Ah joãozinho!

No confessionário, chega o pequenino mas velho conhecido Joãozinho e confessa:
- Padre, eu pequei. Fui seduzido por uma mulher casada que se diz séria.
- És tu, Joaozinho?
- Sim, Sr. Padre, sou eu.
- E com quem estivestes tu?
- Padre, eu já disse o meu pecado... Ela que confesse o dela.
- Repara, mais tarde ou mais cedo eu vou saber, assim é melhor que me digas agora. Foi a Isabel Fonseca?
- Os meus lábios estão selados.
- A Maria Gomes?
- Por mim, jamais o saberá...
- Ah! A Maria José?
- Não direi nunca!!!
- A Rosa do Carmo?
- Padre, não insista!!!
- Então foi a Catarina da pastelaria, não?
- Padre, isto não faz sentido....
O Padre rói as unhas desesperado e diz-lhe então:
- És um cabeça dura, Joaozinho, mas no fundo do coração admiro a tua reserva. Vai rezar vinte Pais-Nossos e dez Ave-Marias... Vai com Deus, meu filho...
Joaozinho sai do confessionário e vai para os bancos da igreja. O seu amigo Kevin desliza para junto dele e sussurra-lhe:
- E então? Conseguiu?
- Sim. Tenho cinco nomes de mulheres casadas que dão para todo mundo!!!


segunda-feira, janeiro 29, 2007

É ISSO AI...

O QUE É MARKETING?

FERRAMENTAS DE COMUNICAÇÃO

As pessoas sempre pedem uma explicação sobre o que é, exatamente, Marketing. Pois aí vai uma das melhores explicações por uma mulher. Na prática, é isso aí:
1. Você vê um cara numa festa. Você vai até ele e diz: - "Eu sou muito boa de cama". Isto é Marketing Direto.
2. Você está numa festa com um grupo de amigas e vê um cara. Uma delas vai até ele e, apontando para você, ela diz: - Aquela ali é fantástica na cama". Isto é Publicidade.
3. Você vê um cara numa festa. Você vai até ele e consegue o seu telefone. Você liga no dia seguinte e diz: - "Oi! Eu sou ótima de cama". Isto é Telemarketing.
4. Você vê um cara numa festa. Você se levanta, ajeita o vestido, vai até ele e diz: "Com licença". E ajeita a gravata dele, roçando seu braço e completa: "A propósito, eu sou muito boa de cama". Isto é Relações Públicas.
5. Você está numa festa. Um cara se aproxima de você e diz: "Me disseram que você é maravilhosa na cama". Isto é Reconhecimento de Marca.
6. Você está numa festa e vê um cara. Você o convence a ir para casa com sua melhor amiga. Isto é Representação de Vendas.
7. Sua amiga não o satisfaz e ele liga para você. Isto é Suporte Técnico.
8. Você está a caminho de uma festa quando se dá conta de que poderia haver um monte de caras em cada uma das casas pelas quais está passando. Você sai do carro e, do meio da rua, grita bem alto: "EU SOU FANTÁSTICA NA CAMA!"
Não faça isso: Isto é Spam.

RELAXE...

PROBLEMAS NO INFERNO

Certa vez, perguntei a um mestre indiano:
Por que existem pessoas que saem facilmente dos problemas mais complicados, enquanto outras sofrem por problemas muito pequenos e, assim, morrem afogadas num copo de água?
Ele simplesmente sorriu e me contou uma história:

Era uma vez um sujeito que viveu amorosamente toda a sua vida.
Quando morreu, todo mundo falou que ele iria para o céu, um homem tão bondoso quan
to ele somente poderia ir para o Paraíso. Ir para o céu não era tão importante para aquele homem, mas mesmo assim ele foi até lá.
Naquela época, o céu não havia ainda passado por um programa de qualidade total.
A recepção não funcionava muito bem.
A moça que o recebeu deu uma olhada rápida nas fichas em cima do balcão e, como não viu o nome dele na lista, orientou o homem para ir ao Inferno.
E no Inferno, você sabe como é. Ninguém exige crachá nem convite, qualquer um que chega é convidado a entrar.
O sujeito entrou lá e foi ficando.
Alguns dias depois, Lúcifer chegou furioso às portas do Paraíso para tomar satisfações com São Pedro:
- Você é um canalha. Nunca imaginei que fosse capaz de uma baixaria como essa. Isso que você está fazendo é puro terrorismo! Sem saber o motivo de tanta raiva, São Pedro perguntou, surpreso, do que se tratava. Lúcifer, transtornado, desabafou:
- Você mandou aquele sujeito para o Inferno e ele está fazendo a maior bagunça lá. Ele chegou escutando as pessoas, olhando-as nos olhos, conversando com elas. Agora, está todo mundo dialogando, se abraçando, se beijando.
- O inferno está insuportável, parece o Paraíso!
E fez um apelo:
- Pedro, por favor, pegue aquele sujeito e traga-o para cá!
Quando o mestre terminou de contar esta história olhou-me carinhosamente e disse:
- Viva com tanto amor no coração que se, por engano, você for parar no Inferno o próprio demônio lhe trará de volta ao Paraíso.
Problemas fazem parte da nossa vida, porém não deixe que eles o transformem numa pessoa amargurada.
As crises vão estar sempre se sucedendo e às vezes você não terá escolha.
Sua vida está sensacional e de repente você pode descobrir que sua mãe está doente; que a política econômica do governo mudou; e que infinitas possibilidades de encrencas aparecem.
As crises você não pode escolher, mas pode escolher a maneira como enfrentá-las.
E, no final, quando os problemas forem resolvidos, mais do que sentir orgulho por ter encontrado as soluções, você terá orgulho de si mesmo. Relaxe!
Você vai sair dessa!

DESABAFO...

EU ESFAQUEEI O DEPUTADO.

Eu assumo: fui eu quem esfaqueou aquele deputado lá em Salvador. Isso mesmo, fui eu.
E aviso: tô muito put@ e posso esfaquear outros. E tem mais: duvido que me prendam. Sabe por quê? Porque não tenho pulsos para me algemarem. Nem rosto para ser fichado. Não podem me pegar porque não estou em nenhum lugar e estou em todos os lugares ao mesmo tempo.
Eu sou a consciência indignada do cidadão brasileiro. Que não agüenta mais o que a classe política está fazendo com o povo desse país.
Fui eu quem esfaqueou aquele deputado. Mas não se preocupe com ele, o homem tem as costas largas. Preocupe-se com a senhora que o golpeou: ela vai apodrecer na cadeia sem ter culpa. Sim, pois ela foi apenas um instrumento da minha ira sagrada, acumulada durante séculos. Aquela mão, empunhando a peixeira, você não percebeu?
Era a mão do povo brasileiro. Era a mesma mão persistente que todos os dias faz sinal pro ônibus lotado pra ir ao trabalho, a mesma mão cansada que rastreia os classificados atrás de emprego. Era a mesma mão impotente que acaricia o filho faminto, a mesma mão sem futuro que pede uma ajudinha no sinal.
E é a mesma mão que votou nos políticos que aí estão. Votou neles para que a representassem com decência. E olha o que fazem... É muita cara de pau!
Num momento delicado desse, em que toda a sociedade se concentra na tarefa de fazer o país crescer um pouco mais, os deputados federais se concedem um aumento de 91% de salário, como se já não ganhassem muito. E como o salário dos deputados estaduais e dos vereadores é proporcional ao dos federais, todos vão ganhar aumento.
No final, essa brincadeirinha de bandidos de paletó vai custar à sociedade um custo extra anual de mais de um bilhão e meio de reais. Isso sim é uma facada de respeito!
Agora o bando dos federais vai ganhar vinte e quatro mil e quinhentos reais. Mais ajuda de custo para morar, comer, viajar e ir à esquina. Mais verba de gabinete e convocação extraordinária. Mais décimo - terceiro décimo - quarto e décimo - quinto salário.
São cem mil reais por mês para cada um. É uma senhora fatia da pilhagem geral do país. Sem falar que, na prática, essas vidas-boas só trabalham três dias por semana. E têm impunidade parlamentar. E ainda acham pouco.
E não vamos nem falar no mensalão e em tudo que rola nas malas e nas cuecas. São uns cínicos. Fazem pose e falam bonito, mas o que querem mesmo é ficar milionários em dois mandatos e garantir uma aposentadoria rechonchuda.
Em cima dos trouxas de seus eleitores. Eu tô muito, muito put@. Como podem gozar assim da cara do povo? Não temem que as pessoas se revoltem e invadam seus lindos gabinetes, que os seqüestrem, que joguem uma bomba no congresso para acabar com tudo? Não, eles não temem. Porque estão tranqüilos em sua certeza de que o povo brasileiro é burro, medroso e acomodado. É por causa dessa certeza que num minutinho o bando vota em si mesmo um aumento de doze mil reais e depois fica semanas e semanas discutindo se dá ou não dá oito reais, oito reais, de aumento no salário mínimo. É desrespeito demais.
Sabe o que os nobres parlamentares deviam fazer com esses oito reais? Eu digo.
Enrolem as notas bem enroladinhas, formem um canudo e enfiem de volta lá, lá no lugar de onde vem o cheiro que infesta o Congresso Nacional, a casa que deveria ser dos representantes do povo e que está ocupada por vossas excrescências.
E você, caro cidadão eleitor? Onde está seu nobre deputado numa hora dessa? Ligue para ele, para ela, escreva, exija providências. Ou será que sua Indecência votou a favor do aumento? Se votou, então é mais um dos que agora estão rindo da sua cara de otário.
Sim, você é um grande otário. Uma tremenda otária. Porque é você quem vai pagar a conta desse roubo.
Fui eu quem esfaqueou o nobre deputado. Mas o golpe não foi dirigido a ele, não especificamente. O golpe foi contra toda a classe política.
Certamente há um ou outro que não tem o costume de tripudiar em cima de quem o elegeu, mas como todos fazem parte da classe, é sobre todos eles que avança a minha mão firme e indignada, empunhando a lâmina afiada da revolta.
Os políticos foram eleitos para representar e defender o povo, mas o esfaqueiam todos os dias quando legislam apenas em interesse próprio.
Assim sendo, aquela senhora nada mais fez que praticar um ato de legítima defesa. O aumento ainda não foi pago, mas o primeiro deputado já recebeu o troco. Nas costas. Quem será o próximo?

RICARDO KELMER é escritor, letrista e roteirista, mora em São Paulo, Terra, 3a. pedra do Sol.

domingo, janeiro 28, 2007